Lista feita e estudada em Ubuntu. Talvez eu separe em novas listas por distros, futuramente.
opção que funciona com mais de um comando, exibe informações para ajuda no uso do mesmo
"concatenate"
além de concatenações, pode ser usado para mostrar conteúdo de um arquivo no terminal
neste último caso de uso, é melhor para arquivos curtos, pois exibe todo o conteúdo do arquivo de uma vez, e não permite rolagem ou navegação
para arquivos longos e quando se deseja estas funcionalidades, é melhor usar more ou less
"change directory"
muda de diretório ("navega") para o diretório especificado
quando usado sem especificar nenhum, volta para a home do usuário atual
"change mode"
altera modos de permissões de arquivos
é seguido do novo modo de permissões, e depois do caminho do arquivo
limpa o terminal
"compare"
compara dois arquivos byte a byte
é usado para verificar se dois arquivos (binários ou de texto) são idênticos
quando usado sem flag: não produz saída se forem idênticos, ou informa a posição do primeiro byte diferente
"long"
lista todas as diferenças encontradas
cada linha da saída mostra: a posição (byte), o valor do byte no primeiro arquivo, o valor do byte no segundo arquivo
"copy"
copia arquivos e diretórios
imprime o texto após o comando, útil para tornar scripts informativos
sai do modo super usuário e de algumas outras aplicações
exibe as primeiras linhas de um arquivo, sendo que por padrão exibe 10
exibe as "n" primeiras linhas de um arquivo, em número especificado
exibe lista de comandos e ferramentas do shell
interessante notar que são estes comandos que não funcionam acompanhados do sudo, porque alteram o estado do shell
portanto, para serem executados por super usuário, é necessário elevar todo o shell primeiro
exibe o histórico de comandos executados no terminal
como o nome sugere, "mata" (encerra imediatamente) um processo
usa-se seguido do devido PID (process ID), que pode ser consultado com o comando ps aux por exemplo
faz um determinado processo parar
é possível retomar a execução depois, dependendo do processo
"continue"
retoma a execução de um processo que foi parado com kill -STOP, se possível
mata um processo de forma abrupta
com isso, o processo não tem tempo de salvar informações, liberar memória, etc
isso é indesejado, portanto usar apenas se necessário
"less is more"
nomeado a partir deste trocadilho, o comando é semelhante ao cat, pois exibe o conteúdo de um arquivo no terminal
é melhor para arquivos grandes, pois permite visualização interativa
é semelhante também ao more, sendo algo como uma versão modernizada do mesmo, pois permite voltar e avançar no texto, tem busca por regex, e aceita atalhos de navegação estilo vi
"list"
lista o conteúdo do diretório atual
"list all"
lista todos os arquivos e diretórios no diretório atual, inclusive ocultos
"list long"
lista arquivos e diretórios com detalhes, incluindo permissões e proprietários
"manual"
é usado seguido de outro comando e exibe manual de uso do mesmo
"make directory"
cria um novo diretório com o nome especificado
comando semelhante ao cat e ao less, para exibir conteúdo de um arquivo no terminal
é um meio termo entre estes comandos acima, pois é melhor do que o cat para arquivos longos, porém é mais antigo e tem menos funcionalidades do que o less
"move"
move um arquivo ou diretório para outro diretório
caso não seja especificado outro diretório, renomeia no diretório atual
"name server lookup"
usado para consultar DNS, ou seja, obter informações sobre nomes de domínio e endereços IP
o comando pode ser seguido de um domínio ou um endereço IP: fornecendo um, retorna o outro
é possível especificar um servidor DNS para uso, entre o comando e o domínio ou endereço
ao ser usado puro, o comando inicia um modo interativo, que aceita inputs como os seguintes:
registros de endereço IPv4
registros de endereço IPv6
servidores de e-mail
servidores DNS autoritativos
registros de texto
ssl vem de "secure sockets layer", que foi um protocolo de segurança criado para criptografar a comunicação entre computadores na internet
hoje, o ssl está obsoleto e o protocolo usado (inclusive por este comando) é o TLS: "transport layer security", mas o nome "openssl" se mantém por razões históricas e de compatibilidade
o comando trabalha com criptografia, de várias formas possíveis
criptografar arquivos, gerar e verificar chaves e certificados, verificar conexão criptografada, são algumas das possibilidades
"process kill"
semelhante ao kill, mas se especifica o nome do processo, ao invés de seu PID
"process status"
exibe os processos em execução
"process status auxiliary"
exibe processos em execução de forma mais ampla, abrangendo processos em mais estados no momento da execução do comando, e mais colunas de informações
exibe os processos em execução, ordenados por um parâmetro especificado
"process status of user"
exibe os processos em execução de um determinado usuário especificado
"process status of command"
exibe informações referentes a um determinado processo em execução, especificado pelo nome de seu comando
"process status tree"
semelhante ao ps, também exibe processos em execução, mas de forma esquematizada em uma árvore
"print working directory"
imprime o caminho do diretório atual
"remove"
remove arquivos ou diretórios com arquivos, sendo que para este último caso é necessário usar certos atributos
"remoção forçada"
"remoção interativa"
solicita confirmação antes de efetivamente remover um arquivo ou diretório
"remover recursivamente"
usado para remover diretórios com arquivos
"remove directory"
remove diretório vazio
"secure shell"
permite conexão remota
para funcionar, é necessário que chaves estejam configuradas
ou seja, arquivos que contenham chaves criptográficas estejam nos locais (diretórios) corretos, ou corretamente referenciados, no servidor remoto (chave pública) e na máquina local (chave privada)
"secure shell identify"
precede as identificações necessárias para fazer a conexão remota
na máquina local, é o caminho para o arquivo com a chave privada
no servidor remoto, é usuário@endereço
gera chaves, ou seja, cria arquivos que contém chaves criptográficas, para diferentes fins
"super user do"
executa comando seguinte como super usuário (com permissão/"privilégios")
inicia sessão como root (super usuário) no terminal
(para comandos que alteram o estado do terminal e não funcionam com sudo)
exibe as últimas linhas de um arquivo, sendo que por padrão exibe 10
exibe as "n" últimas linhas de um arquivo, em número especificado
nome inspirado em uma peça com formato em "T"
pode ler da entrada padrão (stdin) mas é mais comum que seja usado em pipelines
escreve simultaneamente na saída padrão (stdout), e em um ou mais arquivos
é usado quando se quer salvar a saída de um comando, sem deixar de exibi-la no terminal
"append"
acrescenta a saída ao final do arquivo, ao invés de sobrescrevê-lo
cmp -l file1 file2 | tee cmp_file.txt
"top processes"
lista os processos que mais consomem recursos no momento, como processamento e memória
ou seja, ele mostra os processos que estão no topo da atividade do sistema
possui uma versão modernizada, o htop
cria um novo arquivo com o nome especificado
"word count"
conta linhas, palavras, bytes, caracteres, de um arquivo ou da entrada padrão
"lines"
conta apenas o número de linhas
"words"
conta palavras
"characters"
conta caracteres/bytes
semelhante a kill e pkill, também se destina a matar processos, porém é usado em ambiente gráfico
após se emitir o comando, deve-se clicar na janela do referido processo
portanto, ela precisa estar vísivel
mostra as páginas do man no X Window System (X11)