| title | Básico de R - parte 2 |
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| author | Joyce |
| output | html_document |
Pacotes são coleções de funções prontas que ajudam a fazer tarefas específicas. Por exemplo:
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ggplot2 — para gráficos elegantes
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dplyr — para manipular dados
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readr — para ler arquivos
Antes de usar um pacote, você precisa:
- Instalar (apenas uma vez):
install.packages("ggplot2")
- Carregar (toda vez que vocês for usar):
library(ggplot2)
Funções são comandos prontos que fazem alguma coisa pra você. Elas seguem a estrutura:
nome_da_função(argumento1, argumento2, ...)
Por exemplo:
mean(c(1, 2, 3, 4)) # calcula a média de 1, 2, 3 e 4
mean é o nome da função.
c(1, 2, 3, 4) é o argumento (um vetor de números).
As funções economizam tempo e organizam o que você precisa fazer. Há centenas delas no R — e você pode até criar as suas próprias ou usar de outras pessoas
Quando usamos uma função no R, precisamos passar para ela as informações necessárias para que ela saiba o que fazer. Essas informações são chamadas de argumentos — pense nelas como as etapas de um experimento.
round(3.14159, digits = 2)
Nesta linha de código:
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round() é a função que arredonda números.
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3.14159 é o número que será arredondado.
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digits = 2 diz à função que queremos 2 casas decimais no resultado.
Você também pode passar os argumentos pela ordem esperada pela função:
round(3.14159, 2)
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O R entende que o primeiro valor (3.14159) é o número a ser arredondado.
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O segundo valor (2) é o número de casas decimais.
Isso funciona porque estamos seguindo a ordem padrão que a função espera.
round(digits = 2, x = 3.14159)
Você também pode escrever os nomes dos argumentos explicitamente — e nesse caso, a ordem não importa:
round(digits = 2, x = 3.14159)
Esse exemplo faz exatamente a mesma coisa, só que agora está mais claro o que significa cada valor:
digits = 2 → número de casas decimais
x = 3.14159 → o número a ser arredondado
Por que essa diferença importa? Quando estamos aprendendo funções novas — especialmente as que têm vários argumentos — é muito mais seguro e claro usar argumentos nomeados. Isso ajuda a:
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entender melhor o que cada parte do código faz
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evitar confusões se esquecermos a ordem exata
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deixar o script mais legível para outras pessoas (ou para nós no futuro!).